O castelo parece respirar com mais suavidade desde que Seraphina não está mais aqui. Sua ausência é um alívio palpável, como se a sombra pesada que pairava sobre os corredores tivesse se dissipado, permitindo que a luz alcançasse lugares antes ocultos. Mas o vazio que ela deixou também carrega um peso próprio. Não é o tipo de silêncio confortável; é um espaço preenchido pelo eco de sua traição, pelos resquícios de sua magia sombria que ainda vibram nas paredes e, principalmente, pela incerteza