UM MÊS DEPOIS…
O som das ondas se quebrando contra as rochas atrás da pousada é constante, uma melodia calma e rítmica que se torna meu refúgio diário. Ajeito os papéis que estão espalhados na mesa da recepção enquanto não surge nenhum dos hóspedes querendo reservar alguma atividade aquática nas redondezas.
A pousada é simples, rústica, com paredes brancas desgastadas pelo tempo e móveis de madeira que exalam o cheiro da maresia. A luz do sol entra pela janela lateral, projetando sombras dançan