A verdade (II)

- Estou... Acho que estou bem... – Ela disse nervosamente, sentada no chão.

- O que pretendia fazer, afinal? – Eu quis saber, ainda nervoso.

- Queria... Que você soubesse que eu estava aqui, porra! – Tumalina me olhou com raiva.

Eliardo meneou a cabeça em sinal de desaprovação e me olhou. Depois perguntou a Tumalina:

- Vou acionar o sinalizador. Acho que precisa de um médico, por conta do bebê.

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