Livia
Preciso apoiar as mãos nos joelhos por um momento, sentada na cama com o edredom perfeitamente arrumado, pois desde que chegamos do almoço de horrores fiquei andando dentro desse lugar quadrado sentindo o ar faltar nos pulmões. Mesmo com as enormes janelas abertas mostrando o longo caminho do jardim e das pedras nas quais os carros dos seguranças entram e saem, o céu ainda num tom lindo de azul, parece que estou pulando dentro de uma piscina de sensações ruins.
Aquela troca de olhares e