Capítulo 49

Leo Tudor

Quando chegamos à mansão, estacionei e segurei a mão dela. Vamos pelos fundos murmurei. Melhor não cruzar com ninguém.

Ela assentiu, rindo baixo, e me acompanhou. Mas o plano durou pouco.

Assim que nos aproximamos da entrada lateral, eu a vi.

Margoh.

Estava parada, fingindo ocupar-se com algo irrelevante, mas o corpo rígido entregava tudo. Quando nossos olhares se cruzaram, eu soube antes mesmo de Juliana perceber.

Aquilo não era curiosidade. Era ódio.

— Boa noite, Margoh disse,
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