Leo Tudor
Quando chegamos à mansão, estacionei e segurei a mão dela. Vamos pelos fundos murmurei. Melhor não cruzar com ninguém.
Ela assentiu, rindo baixo, e me acompanhou. Mas o plano durou pouco.
Assim que nos aproximamos da entrada lateral, eu a vi.
Margoh.
Estava parada, fingindo ocupar-se com algo irrelevante, mas o corpo rígido entregava tudo. Quando nossos olhares se cruzaram, eu soube antes mesmo de Juliana perceber.
Aquilo não era curiosidade. Era ódio.
— Boa noite, Margoh disse,