O elevador ficou em silêncio absoluto depois que Arianna saiu correndo.
David ficou paralisado, piscando devagar, como se o cérebro ainda processasse a imagem.
Ela passando por eles de biquíni molhado, a pele brilhando, o cabelo pingando nas costas, a curva da cintura… e depois a canga caindo.
A bunda perfeita, redonda, marcada pelo tecido azul cavado.
Ele murmurou baixinho, quase sem perceber:
— Linda… porra, ela é linda demais.
Willian, ao lado, se abaixou rápido e pegou a canga branca do chão do elevador.
— Esqueceu o presente — disse, estendendo com um sorriso malicioso.
David puxou a canga da mão do amigo sem falar nada, só um olhar afiado. Dobrou o tecido ainda úmido contra o peito.
Willian ergueu as mãos, rindo.
— Tá bom, tá bom. Não vi nada.
Mentira descarada.
Eles saíram pro hall. David foi direto para o quarto, ignorando o olhar curioso do amigo. Abriu a gaveta da cômoda, guardou a canga dobrada no fundo, embaixo das camisetas. O tecido ainda cheirava a piscina, a protetor s