Maria Eduarda se senta ao meu lado, com o rosto cansado e as mãos cruzadas no colo. A sede está em silêncio, só o barulho do vento batendo nos caibros é ouvido. Minha avó finalmente dormiu depois de tomar o calmante que o médico receitou. Eu devia estar lá com ela, mas não consigo nem me levantar.