Nicolas Santorini
Eu fiquei ali, parado à beira da cama, observando Jhulietta adormecer novamente. Seus longos cabelos estavam espalhados pelo travesseiro, os cílios descansavam suavemente sobre as maçãs do rosto, e sua respiração começava a se estabilizar, tornando-se lenta e profunda. Ela parecia tão frágil, tão vulnerável. Aquilo me atingiu como um soco no estômago. O medo que vi em seus olhos durante a noite ainda me assombrava.
Eu já havia visto Jhulietta assustada antes, mas nada compara