O som dos gritos rasgava a floresta como facas afiadas. Cyrus lutava.
Eu sentia seu poder explodindo na linha da cachoeira, sua fúria uma estrela negra queimando no horizonte da minha mente. Mas aqui dentro, na caverna sombria atrás da queda d’água, o horror tinha um nome: Marcel.
Seus olhos, eram agora duas crateras negras, repletas de ódio e desejo de destruição. Ele me arrastou pelo chão úmido da caverna, sua respiração arfando feito um animal enlouquecido.
— Você é minha! Minha vadia! A put