O ar era denso na cela de pedra, saturado de magia estagnada, sangue seco e saudade crua. Eu me mantinha parado diante de Mercedes, as mãos cerradas ao lado do corpo, lutando contra o instinto que urrava dentro de mim.
Felix, meu lycan, estava inquieto, desesperado, chamando pela companheira com gemidos ruidoso que ecoavam em minha mente. Mas sabia. Não podia tocá-la com a mesma urgência selvagem de antes. Desta vez, ela precisava ver quem somos nós, não o monstro que a tomou, mas o macho que a