Voltar para a vila foi como entrar em uma memória que ainda não tinha decidido se queria me acolher ou me cobrar. O cheiro do mar continuava o mesmo, o vento quente batendo no rosto no fim da tarde, as vozes conhecidas ecoando pelas ruas de areia, mas, dentro de mim, tudo tinha mudado de lugar. Cristina e eu tentávamos retomar a vida que deixamos para trás, só que agora ela parecia pequena demais para tudo o que carregávamos.
Enquanto nosso pai seguia na clínica, lutando contra o vício com