Volto ao local onde acordei, pegando outra cadeira e me sentando para fingir que continuo inconsciente nela. Enquanto escondo minhas mãos atrás das costas, a porta se abre.
— Aqui está ele. O que vai fazer com ele? — ouço a voz de Mateo.
Também ouço uma risada desagradável e nauseante, uma que me lembra algumas marcas nas minhas costas. Era uma risada inconfundível, a dele, Vladimir.
— O rato veio sozinho até mim — menciona ele — Preciso de muito tempo a sós com ele para fazê-lo pagar pelo que m