—Não, obrigada, vou me manter afastada. Será suficiente—garanto desconfortável.
O carro para, e um funcionário abre a porta para mim. Esse mesmo funcionário se surpreende ligeiramente ao me ver no carro. É um homem mais velho que está uniformizado.
—Jovem Luciano, não sabia que traria companhia desta vez...—cumprimenta o homem.
—Você me conhece, Gregório. Gosto de dar surpresas—é a saudação de Luciano—Quer uma ainda maior?
—Se é sua vontade me dar, é meu dever recebê—la—menciona o senhor com um