Acordei com a boca seca e a cabeça pesada, mas não era ressaca. Era Russ.
As palavras dele ecoavam sem parar, como se tivesse gravado minha mente durante a noite: “Não consegui.”
Virei de lado na cama, abraçando o travesseiro, mas isso só piorava. Lembrei do carro, da tensão entre nós, do olhar dele preso em mim como se fosse capaz de me despir sem um único gesto. E lembrei da maldita cláusula. Não me toque. Não me beije. A ironia queimava. Eu pedi por isso, mas agora era como se estivesse