Capítulo 23

Acordei com a boca seca e a cabeça pesada, mas não era ressaca. Era Russ.

As palavras dele ecoavam sem parar, como se tivesse gravado minha mente durante a noite: “Não consegui.”

Virei de lado na cama, abraçando o travesseiro, mas isso só piorava. Lembrei do carro, da tensão entre nós, do olhar dele preso em mim como se fosse capaz de me despir sem um único gesto. E lembrei da maldita cláusula. Não me toque. Não me beije. A ironia queimava. Eu pedi por isso, mas agora era como se estivesse me punindo.

— Tá viva? — A voz de Tori atravessou meu quarto quando ela abriu a porta sem bater, segurando uma caneca de café. Ela apareceu no meu apartamento no meio da madrugada depois de sair com um cara — Achei que tivesse sido abduzida, drama queen.

Cobri a cabeça com o lençol.

— Me deixa morrer em paz.

— Ótimo, vou herdar seus livros e seus batons caros. — Ela se jogou na beirada da cama, me arrancando o lençol do rosto. — Então, vai me dizer quem era o cara que te trouxe, versão “
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