AMANDA
A primeira coisa que senti quando abri os olhos foi o enjoo.
Fechei-os novamente por alguns segundos, respirando devagar, na esperança de que aquela onda desagradável desaparecesse sozinha.
Não desapareceu.
— Bom dia para você também... — murmurei, levando a mão à barriga.
Era curioso como eu já tinha criado o hábito de conversar com o bebê, mesmo sabendo que ele ainda era pequeno demais para entender qualquer coisa.
Na verdade, talvez fosse eu quem precisasse ouvir aquelas palavras.
Lev