Guilherme narrando:
Eu abracei ela como se minha vida dependesse disso.
Sentia o corpo da Camila tremendo nos meus braços, e cada soluço que escapava dela era como uma facada no meu peito. A raiva ainda fervia em mim. Eu queria ter matado aquele desgraçado. Queria ter acabado com ele ali mesmo, com as próprias mãos.
— Nunca mais… — repeti, com a voz rouca, minha boca encostada no cabelo dela. — Eu juro, amor, nunca mais ninguém vai fazer isso contigo.
Ela segurava minha camisa com tanta força,