Minha inteligência sempre foi um problema. Eu não conseguia fazer amigos. Era sempre muito doloroso me encaixar no mundo dos outros, preferia sempre ficar sozinha. Agora que era o momento de usá-la em todo o seu esplendor, estava agindo como uma tonta me deixando perturbar por um toque de um homem solitário e enlutado.
Peguei Sofia na escola e passamos o final da tarde conversando e brincando. Depois jantamos. Eu tinha acabado de colocá-la na cama às vinte horas, conforme orientações dispostas