Entrei no apartamento de Matteo ainda com o corpo tenso e as mãos trêmulas. Minha mente parecia presa naqueles minutos em que Henrique surgiu como um fantasma do passado, com seu sorriso ameaçador e aquelas palavras cortantes que pareciam me esmagar. Cada passo dentro do apartamento me lembrava o que ele havia dito, o tom de voz arrogante, como se tivesse algum direito sobre meu filho depois de tudo o que nos fez passar.
O coração martelava no peito, e eu tentava respirar fundo, mas o ar pareci