Minha respiração estava descompassada. O coração martelava no peito, como se tentasse me lembrar que eu ainda estava viva. Ainda aqui. As mãos de Matteo rodeavam minha cintura, firmes, mas tão gentis que eu mal podia acreditar que algo tão simples pudesse me deixar tão... vulnerável.
Ele ainda estava perto demais, seus olhos fixos nos meus, queimando como brasas acesas. A intensidade me fazia sentir exposta, como se Matteo enxergasse partes de mim que eu mesma tinha medo de olhar.
Eu queria diz