Eu andava de um lado para o outro pela sala, tentando afastar a sensação de que ia fazer papel de idiota. A gravata ainda pendia solta ao redor do meu pescoço, mas não conseguia decidir se deveria apertá-la ou simplesmente arrancá-la de vez. Fazia anos que eu não saía para um encontro — e, se fosse honesto comigo mesmo, não fazia ideia de como agir.
Desde que terminei meu noivado, me convenci de que aquilo não era para mim.
Relacionamentos, compromissos… amar alguém. O peso de meus erros do pass