Mirella
Eu ainda sentia a mão dele na minha, o peso da caixinha, o brilho do anel e o calor da presença dele ali, de joelhos na sala da minha infância. Quando Vincent pediu minha mão, o mundo parou. Mas meu coração correu uma maratona.
Disse sim com a voz embargada, o peito em chamas e as pernas tremendo. Não só pelo pedido... mas por tudo o que significava. Ele estava ali. Com minha família. Na minha casa. E agora... no meu mundo.
Depois do jantar, depois dos abraços, depois da benção do meu