O som da sirene ecoou pelos corredores do Hospital São Lucas, um aviso urgente de que algo grave havia acontecido. Quando a equipe de emergência trouxe a paciente, uma mulher chamada Ayla Navarro, meu coração disparou. Eu sabia que as sirenes anunciavam não apenas a gravidade do caso, mas também o peso emocional que um acidente poderia trazer. Aqueles momentos, que pareciam durar uma eternidade, eram apenas uma fração do que ainda estava por vir.
— O que temos? — perguntei rapidamente à equipe