69. Alice Benette
Acordar na manhã seguinte ao festival é como emergir de um sonho bom – daqueles que a gente queria que durassem para sempre, mas que inevitavelmente se desfazem quando a luz entra pela janela.
O quarto está claro.
A luz do Texas entra pelas frestas da cortina, grossa e dourada, e por um momento eu nem sei que horas são, nem sei direito onde estou. Apenas sinto o peso do braço de Marco sobre minha cintura, o calor do corpo dele contra minhas costas, a respiração lenta e profunda de quem ainda do