Amara não era médica — não sabia como curar doenças, não compreendia os detalhes técnicos de um diagnóstico. Tudo o que podia fazer era usar o que havia de mais sincero dentro de si para confortar o pequeno Théo.
E, de algum modo, entre ela e aquele menino, havia algo mais. Um elo invisível, uma espécie de telepatia que ela própria não sabia explicar. Quando Théo tossia, se remexia, franzia a testa ou respirava com dificuldade, ela instintivamente sabia onde ele sentia incômodo. Movia-se com del