Amara jamais imaginou que seu primeiro trabalho de patrocínio chegaria de forma tão inesperada. Sentiu o coração acelerar, sem saber se ria, se comemorava ou se apenas agradecia pelo golpe de sorte.
— O quê… isso realmente funciona assim? — murmurou, ainda atônita.
Lenno Bráz, claro, não perdeu a chance de se gabar:
— Por que não funcionaria? Você devia me agradecer. Se não fosse por mim, nem teria conseguido esse contrato.
Amara revirou os olhos, mas não conseguiu evitar um sorriso de canto.
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