No canto discreto da sala de estar, o velho mordomo observava com atenção a cena à sua frente. Amara estava sentada no sofá, imersa na leitura de seu roteiro, enquanto Théo, a poucos metros dali, desenhava com concentração silenciosa.
Não havia sorrisos forçados, nem tentativas exageradas de aproximação. Ela respeitava o tempo dele, e o menino, curioso, lançava olhares sutis na direção dela, como quem começava a se permitir confiar.
O mordomo notou isso. Ele era experiente demais para ignorar pe