Ayla puxou o braço de volta, mas isso só fez com que o homem debruçasse sobre ela, pediu, implorou que ele a deixasse em paz, mas ele parecia se divertir com de desespero dela.
— Calma, madame, você vai gostar.
Foi a última frase até que uma sombra cobrisse a única luz que iluminava aquele banco. Não uma sombra qualquer, talvez o mais correto seria dizer a pior Sombra que aquele homem poderia ser coberto.
— Posso participar?
O homem se endireitou, mas continuou segurando o braço de Ayla, ela ol