Capítulo 162
Karl Lindström
Os dedos dele tremeram. Procurei a chave no bolso do paletó com a mão presa e não encontrei nada. Então puxei o corpo dele mais para perto e bati a cabeça dele uma vez contra o concreto.
— Onde?
Ele ergueu a mão com dificuldade para o bolso direito da calça.
Peguei a chave, mas deixei que ele mesmo tentasse encaixar. Eu queria as mãos dele ocupadas. O soldado à esquerda respirava rápido demais. O da porta já pensava em correr para pedir reforço. Não de