— Eles estão tentando provar que Constantino vai repetir seu pai, e eu, o meu. — Minha resposta foi quase que um atestado psicanalítico.
Ela não negou. Nem confirmou. Apenas permitiu que o silêncio ocupasse o espaço entre nós, aquilo soou treinado, ela não queria proteger mais, mas sim expor.
— Estão tentando prever — completou, com a voz deliberadamente neutra — o momento exato em que você será empurrada para o banco do passageiro.
Fiquei imóvel. Não por surpresa. Mas porque reconheci a imagem