Me forcei a voltar à faculdade depois de semanas e foi uma experiência mais estranha do que eu esperava.
Não porque algo tivesse mudado, mas porque nada havia mudado.
O prédio da Medicina permanecia igual: concreto claro, corredores longos, o cheiro persistente de café requentado misturado a álcool em gel e formol. As pessoas também. Mesmas andanças pelo corredor, mesmas piadas baixas, a mesma urgência artificial de quem corre para não atrasar o próprio lugar na fila.
Alguns olhares me localiza