Sarah
Há uma cacofonia insistente em meus ouvidos. Eu cubro meu rosto com o travesseiro, mas mesmo fechando os olhos com força e me concentrando, nada me faz sair disso.
É horrível. É assustador. E é o que me faz não partir de vez, o fino fio que me liga a realidade nesse momento.
Faz uma quantidade razoável de tempo, que eu corri para o meu quarto e me tranquei nele.
Eu ouvi Samuel me suplicar para abrir a porta, para deixa-lo ficar comigo, mas a única resposta que consegui lhe dar foi:
“— P