Sarah
“O sol jogava sob nossas cabeças um calor agradável da manhã. Minha mãe me vestira com o meu melhor vestido azul, cheio de listras pretas, penteara meus cabelos para trás, as ondas que estavam um pouco crescidas desde a última vez que ela mesmo tinha cortado.
— Podemos mesmo sair, mamãe? — eu perguntei a ela, ao olhar para a casa com a fachada descascando.
As mãos de minha mãe tremiam tanto que meu pequeno braço se movia junto. Eu não entendia o motivo de ela estar tão nervosa ou a nossa