- Não! - Apertei os lençóis, meu corpo se movendo de encontro ao seu dedo. – Para...
- Parar? Mas eu não quero!
Mal tinha me recuperado quando uma onda de prazer me atingiu. Rafael colocou mais um dedo e seus movimentos aumentaram. Senti as paredes da minha vagina se contraindo e apoiei minhas mãos em seus ombros, tentando fazê-lo parar.
Rafael ignorou meus apelos, seus dedos bombeando-me mais forte e mais rápido, enquanto ele sentia as paredes da minha boceta apertar em volta dele. Ele sabia