— Alexander, colocou a mão no queixo e apoiou-se com o cotovelo sobre a mesa se perguntando novamente, franziu o cenho, os dedos batucando sobre a mesa com a outra mão. — E se foi propositalmente? — murmurou.
Seu lobo que quase nunca aparece por estar á passeio no mundo humano, resolveu dar o ar da graça. — Gargalhou dentro dele, ácido:
— Ah, finalmente usou o cérebro, parabéns! Achei que ia passar a noite inteira jogando xadrez imaginário com as sombras que te atormentam.
Alexander rosnou baix