Nastya manteve a expressão neutra, mas por dentro sentiu o coração acelerar levemente, pensativa.
Era agora ou nunca.
Estava exatamente onde precisa que estivesse.
Ela cruzou os braços por um instante, olhando para o alto do prédio. As janelas da cobertura refletiam a luz distante da cidade.
— Ok… — respondeu ela com firmeza. — Vou subir.
A voz saiu calma, mas havia determinação escondida em cada palavra.
— Agora é comigo.
O segurança inclinou a cabeça em sinal de respeito.
— Fique de prontidão