Mariana baixou lentamente o telefone.
Ficou alguns segundos olhando para a tela apagada, como se esperasse que algo mudasse.
Então o choro veio de novo.
Dessa vez, não foi suave. Foi um choro intenso, convulsivo. Fazendo ela abaixar a cabeça sobre o volante.
— Eu não posso… — soluçou. — Eu não posso deixar isso acontecer sem uma resposta…
O ódio começou a se misturar à dor.
Uma chama escura acendeu dentro dela.
— Nastasia… — sussurrou com os dentes cerrados. — Você destruiu tudo…
Ela levantou a