Ele levou a mão ao rosto, fechando os olhos por um instante.
— O que eu fiz… — murmurou, a voz baixa, rouca, cheia de culpa.
A imagem de Nastasia ainda estava viva em sua memória. A proximidade excessiva. O toque que não deveria ter acontecido. O instante em que ele cedeu. Não havia desculpa. Não havia explicação que pudesse aliviar o peso do que fizera.
Traí.
A palavra ecoava dentro dele como um golpe repetido.
Cada metro montanha abaixo parecia uma punição silenciosa.
O caminho surgia à sua f