Mundo ficciónIniciar sesiónLILIAN:
Vou rezando na minha cabeça, sentindo como meu coração se contrai com o medo de perder meu esposo. Viro em uma esquina, não vejo ninguém. Agora o sangue são só gotas; avanço, vou sozinha. Os homens de segurança eu os perdi. Percebo que por aqui se vai para o estacionamento. Não devem ter trazido Ale aqui, penso. Viro para voltar e, quando o faço, de frente para mim, sorrindo, está Demon. Ele está ferido; é o sangue dele que eu segui.
—Oi, preciosa, finalmente és minha —me cumprimenta com uma voz rouca—. Você veio sozinha, sabia que o faria. Que me reconheceria. Instintivamente, levo a mão à minha bolsa, mas Demon me aponta com uma arma. O barulho dos passos dos meus guardas, junto com suas vozes me chamando, se ouve. Ele coloca a arma em minha testa e me faz entrar em um closet ao lado dele. Eu faç






