31. Um novo caminho
Dianna sentiu o coração acelerar.
Não pelo convite em si — mas por tudo o que ele carregava por baixo. As crianças. A casa. A convivência diária. A proximidade inevitável. E, sobretudo, aquilo que ela sentira desde o início e se recusara a nomear. Ela respirou fundo antes de responder, como quem precisa organizar o próprio chão.
— Voltar… — repetiu, pensativa, deixando a palavra pesar. — Não seria simples.
Felliph não tentou apressá-la. Não tentou convencer.
— Eu não espero que seja — respondeu