18. Quando tudo desmorona
A segunda-feira começou como tantas outras.
O céu estava limpo, de um azul quase otimista. O café exalava um cheiro quente e reconfortante pela cozinha da mansão. Os gêmeos estavam sentados à mesa, discutindo com seriedade infantil quem escolheria a história daquela noite, como se aquela decisão fosse a mais importante do mundo.
Dianna observava a cena com o cansaço habitual nos ombros e aquele tipo raro de paz que só existe quando, por alguns minutos, nada ainda deu errado. Era uma tranquilida