Na manhã seguinte, acordei com a claridade batendo na quina da janela improvisada. A brisa que entrava pelo vão cheirava a madeira e terra úmida. Ainda não era um cheiro bom, mas era melhor do que o mofo do ginásio.
June já estava de pé, organizando uma pilha de papéis num canto. Usava um coque malfeito e uma camiseta branca manchada de tinta. Quando percebeu que eu a observava, deu um leve aceno de cabeça — o máximo que ela fazia por um “bom dia”.
“Tem café na garrafa térmica,” avisou, sem tir