Isabela não era exatamente baixa. Ainda assim, nos braços dele, parecia pequena, frágil, como se coubesse inteira no peito de Cristiano.
— Belinha, vamos tentar ficar bem, tá? Eu errei antes. Foi culpa minha, eu sei… — Disse ele, em voz baixa e macia, tentando embalá-la naquele silêncio quase absoluto.
Sempre fora assim.
Sempre que Isabela se machucava de verdade, Cristiano recorria ao mesmo recurso: gentileza extrema, paciência calculada, um carinho difícil de recusar.
E, no passado, isso basta