A madrugada avançava, mas ninguém naquela casa conseguia realmente descansar.
O tempo parecia suspenso, como se todos estivessem apenas esperando o próximo golpe.
Marye voltou para dentro depois de alguns minutos no quintal. O rosto ainda carregava o peso das lágrimas contidas, mas agora havia algo diferente em seu olhar.
Decisão.
Vanessa estava sentada no sofá, inquieta. Daniel permanecia de pé, encostado na parede, atento a cada som externo. Gustavo estava próximo à janela, observando a rua c