— O que foi...? — Minha voz saiu trêmula, quase gaguejando.
Jean manteve o silêncio. Sua expressão era calma, mas nos olhos havia algo oculto: uma mistura de insatisfação e raiva contida. Ele continuava se aproximando, e eu, por reflexo, dava passos para trás.
No entanto, sua mão segurava meu braço, e eu não conseguia me afastar muito. Ainda estava dentro do alcance dele.
— O que você está fazendo? Se tem algo a dizer, diga logo. Não precisa me puxar assim. — Tentei soar firme, mas minha voz tra