— Não, não precisa... — Respondi apressadamente. Ainda estava enrolada na toalha, sem roupa alguma por baixo. Como eu poderia pedir ajuda a ele?
Se ele chegasse perto agora, era bem capaz de perder o controle e me levar para a cama.
Jean pareceu rir, pois sua voz, quando falou, estava carregada de leveza e bom humor:
— Tudo bem, então se arrume tranquila. Eu estarei na sala de vidro no terraço do segundo andar.
— Ah, entendi.
Na última vez que estive aqui, ele havia me mostrado toda a casa, entã