Foi um sonho breve, mas doce e reconfortante. Não sabia ao certo se foi por estar encostada em Jean, mas acordei com uma sensação de paz incomum.
— Consegue andar? — Jean perguntou, assim que o carro parou. Ele desceu primeiro, deu a volta e abriu a porta do meu lado.
Levantei a perna, testando, e rapidamente respondi:
— Consigo sim, depois da acupuntura está bem melhor.
Era verdade. Não podia negar que o médico que Jean havia encontrado era realmente habilidoso. Por mais assustador que fosse o