Giorgio permaneceu imóvel durante vários segundos diante da porta do quarto. Sua mão descansava sobre a maçaneta, mas ele era incapaz de girá-la. O coração batia contra seu peito com uma força insuportável. Aquela cena era parecida demais com outra que havia vivido muitos anos atrás. Outra vez Lia estava do outro lado de uma porta de hospital. Outra vez ele sentia o mesmo medo paralisante. Outra vez tinha a sensação de que o destino insistia em colocá-la à beira de perder tudo.
Fechou os olhos