Muitos anos depois, Giorgio compreendia que aquela frase havia sido uma das poucas vezes em sua vida em que desejou estar errado.
Agora estava na clínica, com um medo que o paralisava. Apoiou lentamente a testa sobre as mãos unidas. Tinha os nós dos dedos ensanguentados pelos golpes que havia dado em Elian minutos antes, mas nem sequer tinha consciência da dor. A única coisa que ocupava sua mente era a porta do centro cirúrgico, atrás da qual Lia lutava por sua vida e pela vida de seu filho.
As