Eles se sentaram no sofá de couro. Paul segurou suas mãos, esperando. Andres respirou fundo. Não contaria tudo — ainda não. Mas precisava dar a Paul algo real.
— Eu tive… sonhos. Sonhos muito vívidos. Quase como memórias. Sonhei com um futuro onde Stephen se aproximava de mim. Onde eu confiava nele. Onde nos casávamos. E onde ele me traía de todas as formas possíveis. Ele me usou pelo dinheiro. Teve amantes o tempo inteiro. E no final… ele me matou. Empurrou-me de uma varanda. Eu morri olhando