Andres acordou antes do amanhecer, o corpo coberto por uma fina camada de suor frio. O sonho havia sido o mesmo das últimas noites: a queda, o impacto contra o teto do carro, o sorriso triunfante de Stephen iluminado pelas luzes da rua, e Paul ajoelhado na calçada, as mãos grandes manchadas de sangue, repetindo seu nome como uma prece quebrada.
Ele sentou-se na cama, respirando com dificuldade. O quarto ainda estava escuro, mas o relógio digital marcava 05h12. Aos vinte e dois anos novamente, s